- PessoalR$ 1 milhão33,8%
- Serviços de terceirosR$ 700 mil22,7%
- Materiais impressosR$ 513 mil16,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 330 mil10,7%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 139 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 502 mil16,3%
Tabata Amaral (PSB) foi eleita deputada federal por São Paulo em 2026, com 476.383 votos, pelo resultado oficial do TSE. Tabata Amaral (Tabata Cláudia Amaral de Pontes) disputou 4 eleições entre 2018 e 2026, para deputada federal e prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: deputada federal em 2026, 2022 e 2018. A maior votação foi em 2024, para prefeita em São Paulo/SP: 605.552 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 169,5 milhões empenhados em 115 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 164 municípios; 86% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por SP, declarou R$ 3,2 milhões em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 232 mil do Fundo Partidário, R$ 21 mil de outros recursos do partido e R$ 2,8 milhões de doações privadas (260 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1 milhão), serviços de terceiros (R$ 700 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 513 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 17,8 milhões em 2024 (63% com serviços de terceiros) e R$ 2,3 milhões em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Tabata Cláudia Amaral de Pontes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tabata Amaral declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2018, 2022 e 2026, e prefeita em São Paulo (SP) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,2 milhões em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 232 mil do Fundo Partidário, R$ 21 mil de outros recursos do partido e R$ 2,8 milhões de doações privadas (260 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1 milhão) e serviços de terceiros (R$ 700 mil); R$ 3 milhões já foram pagos. Em 2024, 63% dos R$ 17,8 milhões em gastos foram com serviços de terceiros; em 2022, R$ 2,3 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Tabata Amaral teve R$ 169,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 115 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 164 municípios. Já foram pagos R$ 146 milhões (86%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Paulo, Cajamar e Leme. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 95 milhões em 64 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 74,5 milhões em 51 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 21,8 milhões | R$ 13,7 milhões | 63% | 17 | 34 |
| 2025 | R$ 34,7 milhões | R$ 28,8 milhões | 83% | 22 | 54 |
| 2024 | R$ 36,8 milhões | R$ 35,2 milhões | 96% | 24 | 58 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 93,3 milhões | R$ 77,7 milhões | 83% | 63 | 118 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.