- Militância e mobilização de ruaR$ 205 mil43,9%
- Serviços de terceirosR$ 173 mil37,0%
- Materiais impressosR$ 44 mil9,5%
- Locação de imóveisR$ 17 mil3,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil0,4%
- Outras 8 categoriasR$ 27 mil5,7%
Bruna Rodrigues (Bruna Liége da Silva Rodrigues) disputou 3 eleições entre 2018 e 2022, para deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2022; vereadora de Porto Alegre em 2020. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por RS: 51.865 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por RS pelo PSB. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 8,2 milhões em 95 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 24 municípios; 46% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RS, declarou R$ 749 mil em receitas: R$ 630 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 55 mil de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 467 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 205 mil), serviços de terceiros (R$ 173 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 205 mil em 2022 e R$ 99 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Bruna Liege da Silva Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bruna Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2018, 2022 e 2026, e vereadora em Porto Alegre (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 749 mil em receitas: R$ 630 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 55 mil de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 467 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 205 mil) e serviços de terceiros (R$ 173 mil); R$ 225 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 205 mil em gastos; em 2020, 63% dos R$ 99 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Bruna Rodrigues indicou R$ 8,2 milhões em 95 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 24 municípios. Até a coleta na fonte, 46% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Porto Alegre, Bagé e Caxias do Sul.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 4 milhões | R$ 850 mil | 21% | 44 | 17 |
| 2025 | R$ 2,2 milhões | R$ 1,8 milhão | 82% | 26 | 17 |
| 2024 | R$ 2 milhões | R$ 1,1 milhão | 55% | 25 | 9 |
| Total | R$ 8,2 milhões | R$ 3,8 milhões | 46% | 95 | 24 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.