- Materiais impressosR$ 19 mil99,0%
- Outras 1 categoriaR$ 2011,0%
Colonato (Marcelo Colonato) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Guarulhos/SP, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 231 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 201). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 26 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Colonato declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Guarulhos (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 231 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 100 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 201). Em 2016, R$ 26 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.