- Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil26,8%
- PessoalR$ 2 mil24,1%
- Materiais impressosR$ 1 mil19,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil16,9%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 250 lançados como "diversas a especificar"R$ 96212,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Murilo (Murilo Costa) disputou 2 eleições entre 2010 e 2012, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 1.061 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em Itapecerica da Serra/SP, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), pessoal (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 26 mil, 47% com despesas postais.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Murilo Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Murilo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2010, e vereador em Itapecerica da Serra (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Em 2010, 47% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com despesas postais.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.