- Serviços de terceirosR$ 59 mil25,8%
- Materiais impressosR$ 54 mil23,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 25 mil10,9%
- PessoalR$ 10 mil4,4%
- Outras 7 categoriasR$ 81 mil35,3%
Vivaldo Costa (Vivaldo Silvino da Costa) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2018, 2010 e 2002; prefeito de Caicó em 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RN: 51.218 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, indicou R$ 76,6 milhões em 45 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 15 municípios; 9% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RN, declarou R$ 238 mil em receitas: R$ 195 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 59 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 251 mil em 2018 e R$ 291 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vivaldo Silvino da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Vivaldo Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 238 mil em receitas: R$ 195 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 230 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 59 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil). Em 2018, R$ 251 mil em gastos; em 2014, R$ 291 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, Vivaldo Costa indicou R$ 76,6 milhões em 45 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 15 municípios. Até a coleta na fonte, 9% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (49%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Caicó, São Vicente e Serra Negra do Norte. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 73 milhões em 29 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 3,6 milhões em 16 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 66,1 milhões | R$ 400 mil | menos de 1% | 18 | 9 |
| 2025 | R$ 6,9 milhões | R$ 6,6 milhões | 96% | 11 | 5 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 73 milhões | R$ 7 milhões | 10% | 29 | 10 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa do RN — Portal de Emendas Parlamentares, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.