Didi

Foto de Reginaldo Oliveira de Almeida
Didi
Reginaldo Oliveira de Almeida (nome civil)
12 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PSDB
64 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Didi (Reginaldo Oliveira de Almeida) disputou 12 eleições entre 1994 e 2020, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Osasco em 2016, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 13.368 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Osasco/SP, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 34 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 99). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 53 mil em 2018 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.753 votos em 2020 · 12 eleições

A votação de Reginaldo Oliveira de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 50 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos

Didi declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, vereador em Osasco (SP) em 2008, 2016 e 2020, e deputado federal por São Paulo em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 34 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Em 2018, 53% dos R$ 53 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 94% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 53 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Osasco (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 34 mil67,3%
  • Materiais impressosR$ 16 mil32,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 990,2%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
doações de pessoas
FEFC 78% · Fundo Partidário 4% · pessoas 13% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 53 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 29 mil53,4%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil28,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil12,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil5,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 4200,8%
2016Vereador, Osasco (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 76% · pessoas 21% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil93,6%
  • Serviços de terceirosR$ 2506,4%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 95% · empresas 5%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 48 mil73,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil10,1%
  • AlimentaçãoR$ 5 mil7,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 7601,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 5 mil8,0%
2008Vereador, Osasco (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 2% · empresas 19% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 109 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil10,1%
  • PessoalR$ 11 mil9,8%
  • Serviços de terceirosR$ 4550,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 3040,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 87 mil79,4%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 23% · empresas 26% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil9,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil6,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 1 mil3,7%
  • Energia elétricaR$ 7132,0%
  • Outras 8 categoriasR$ 29 mil78,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Reginaldo Oliveira de Almeida (Didi): candidaturas e votos · Radar do Voto