Elio Lacerda

Foto de Elio Antonio Lacerda
Elio Lacerda
Elio Antonio Lacerda (nome civil)
5 eleições entre 2018 e 2026 · último partido PP
72 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Militar Reformado
Candidato a Deputado Federal · Minas Gerais · Eleições 2026 · PP · nº 1133
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Elio Lacerda (PP) ficou como suplente de deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 2.606 votos, pelo resultado oficial do TSE. Elio Lacerda (Elio Antonio Lacerda) disputou 5 eleições entre 2018 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, prefeito e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para senador por MG: 307.197 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 305 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 146 mil, principalmente com pessoal (R$ 40 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e serviços de terceiros (R$ 15 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 92 mil em 2022 (54% com serviços de terceiros) e R$ 150 mil em 2020.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.606 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Elio Antonio Lacerda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 305 mil em receitas · R$ 146 mil em gastos contratados

Elio Lacerda declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Minas Gerais em 2018, prefeito em Governador Valadares (MG) em 2020, e deputado federal por Minas Gerais em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 305 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 146 mil, principalmente com pessoal (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil); R$ 79 mil já foram pagos. Em 2022, 54% dos R$ 92 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, R$ 150 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 305 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 146 milcontratados, parcial; R$ 79 mil pagos
Gastos em 2022R$ 92 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42018, 2020, 2022 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 305 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 146 mil
pago até agora: R$ 79 mil (54%)
  • PessoalR$ 40 mil27,2%
  • Materiais impressosR$ 24 mil16,4%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil10,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil8,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 55 mil37,9%
2022Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
doações de pessoas
FEFC 65% · pessoas 14% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 92 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 50 mil54,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 12 mil13,0%
  • Materiais impressosR$ 9 mil10,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil7,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 14 mil14,9%
2020Prefeito, Governador Valadares (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 164 mil
3 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 150 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 52 mil34,7%
  • Serviços contábeisR$ 26 mil17,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 23 mil15,3%
  • Materiais impressosR$ 19 mil12,5%
  • Outras 10 categoriasR$ 30 mil20,0%
Ver a campanha anterior
2018Senador, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 141 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 19% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 139 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 40 mil29,2%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil16,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 22 mil16,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil15,1%
  • Outras 10 categoriasR$ 32 mil23,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892