- Correspondências e despesas postaisR$ 59 mil69,4%
- Materiais impressosR$ 21 mil25,3%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil3,0%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil2,4%
- Outras 1 categoriaR$ 8menos de 0,1%
Albert Dickson Oftalmologista (Albert Dickson de Lima) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vereador de Natal em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RN: 37.461 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, indicou R$ 2,5 milhões em 8 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 3 municípios; 48% desse valor já foi pago. Na campanha de 2024 para vereador em Natal/RN, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 69 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 59 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 238 mil em 2022 (65% com correspondências e despesas postais) e R$ 11 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Albert Dickson de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Albert Dickson Oftalmologista declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Natal (RN) em 2008, 2012 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 129 mil em receitas: R$ 69 mil de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 59 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2022, 65% dos R$ 238 mil em gastos foram com correspondências e despesas postais; em 2018, 44% dos R$ 11 mil em gastos foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, Albert Dickson Oftalmologista indicou R$ 2,5 milhões em 8 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 3 municípios. Até a coleta na fonte, 48% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças (63%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Almino Afonso e Patu. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 1,9 milhão em 6 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 600 mil em 2 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 1,9 milhão | R$ 1,2 milhão | 63% | 6 | 2 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa do RN — Portal de Emendas Parlamentares, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.