Anderson Maia

Foto de Anderson Filipi Maia de Menezes
Anderson Maia
Anderson Filipi Maia de Menezes (nome civil)
5 eleições entre 2012 e 2024 · último partido AVANTE
37 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Arquiteto
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Anderson Maia (Anderson Filipi Maia de Menezes) disputou 5 eleições entre 2012 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Campina Grande em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PB: 10.087 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Campina Grande/PB, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil), serviços de terceiros (R$ 8 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 79 mil em 2020 e R$ 55 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

1.253 votos em 2024 · 5 eleições

A votação de Anderson Filipi Maia de Menezes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 28 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos

Anderson Maia declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Campina Grande (PB) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Paraíba em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil). Em 2020, R$ 79 mil em gastos; em 2018, 54% dos R$ 55 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 28 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 79 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2012 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Campina Grande (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 70% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 25%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 13 mil48,2%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil29,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil16,9%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil5,2%
2020Vereador, Campina Grande (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · partido e outras campanhas 1% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 79 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 26 mil32,4%
  • Materiais impressosR$ 19 mil24,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil10,6%
  • AlimentaçãoR$ 5 mil6,2%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 15 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 21 mil26,7%
2018Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 72 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 16% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 55 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 29 mil53,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil14,5%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil7,9%
  • AlimentaçãoR$ 3 mil5,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 10 mil18,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2016Vereador, Campina Grande (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 84% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil28,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 8 mil24,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil15,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil10,8%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil21,5%
2012Vereador, Campina Grande (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 60% · empresas 23% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil70,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil15,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil8,2%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 7303,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 5422,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892