Claudia Garcia

Foto de Claudia Brito Garcia
Claudia Garcia
Claudia Brito Garcia (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2018 · último partido PR
54 anos em 2018 · Feminino · Ensino médio completo
Dona de Casa
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudia Garcia (Claudia Brito Garcia) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RJ: 137 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 290 do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 745, 60% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

137 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Claudia Brito Garcia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Claudia Garcia declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Rio de Janeiro (RJ) em 2016, e deputada estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 290 do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Em 2016, 60% dos R$ 745 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 745contratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · Fundo Partidário 3%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil45,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil36,8%
  • PessoalR$ 2 mil18,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 130,1%
2016Vereadora, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 745
doações de pessoas
Fundo Partidário 60% · pessoas 40%
Gasto contratado
R$ 745
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 44559,7%
  • Serviços de terceirosR$ 30040,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892