- Militância e mobilização de ruaR$ 24 mil16,6%
- Transporte ou deslocamentoR$ 19 mil13,0%
- Publicidade por carros de somR$ 18 mil12,5%
- ComíciosR$ 18 mil12,4%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 65 mil45,5%

Joab Santos (Joab da Silva Santos) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Riachão em 2016. Na campanha de 2016 para prefeito em Riachão/MA, declarou R$ 144 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 137 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 24 mil), transporte ou deslocamento (R$ 19 mil) e publicidade por carros de som (R$ 18 mil).
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Joab Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Riachão (MA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 144 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 137 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 144 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 24 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 19 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.