Paulo Nobre

Foto de Paulo Cesar Nobre de Souza
Paulo Nobre
Paulo Cesar Nobre de Souza (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSD
53 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Motorista Particular
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Nobre (Paulo Cesar Nobre de Souza) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por BA: 862 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Maragogipe/BA, declarou R$ 523 em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 523, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 435) e pessoal (R$ 88). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 396 em 2010 e R$ 377 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

37 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Paulo Cesar Nobre de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 523 em receitas · R$ 523 em gastos contratados

Paulo Nobre declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Maragogipe (BA) em 2008 e 2016, e deputado federal por Bahia em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 523 em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 523, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 435) e pessoal (R$ 88). Em 2010, R$ 396 em gastos contratados; em 2008, R$ 377 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 523campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 523contratados
Gastos em 2010R$ 396contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Maragogipe (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 523
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 523
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 43583,2%
  • PessoalR$ 8816,8%
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 396
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 396
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 396100,0%
2008Vereador, Maragogipe (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 985
doações de pessoas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 15% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 377
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 10227,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 27572,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892