Andrea Monteiro

Foto de Andrea Freire Monteiro
Andrea Monteiro
Andrea Freire Monteiro (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2024 · último partido AVANTE
57 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Andrea Monteiro (Andrea Freire Monteiro) disputou 2 eleições entre 2018 e 2024, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por SC: 742 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2024 para vereadora em Florianópolis/SC, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 1 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 400) e serviços de terceiros (R$ 302). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 1 mil, 100% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

144 votos em 2024 · 2 eleições

A votação de Andrea Freire Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Andrea Monteiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Santa Catarina em 2018, e vereadora em Florianópolis (SC) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços contábeis (R$ 1 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 400). Em 2018, 100% dos R$ 1 mil em gastos foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2024R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereadora, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 1 mil55,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40022,2%
  • Serviços de terceirosR$ 30216,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 985,4%
2018Deputada estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 8% · pessoas 6% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892