Graziele Ribeiro (Graziele Adami Ribeiro) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeita em Parauapebas/PA, com 7.220 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para prefeita em Parauapebas/PA, declarou R$ 811 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 670 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 41 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 786 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 400 mil), água (R$ 71 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 59 mil).
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 811 mil em receitas · R$ 786 mil em gastos
Graziele Ribeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Parauapebas (PA) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 811 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 670 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 41 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 786 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 400 mil) e água (R$ 71 mil).
Receitas em 2024R$ 811 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 786 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 59 mil7,4%
Serviços advocatíciosR$ 50 mil6,4%
Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 207 mil26,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.