- Locação de imóveisR$ 226 mil21,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 198 mil18,9%
- PessoalR$ 149 mil14,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 110 mil10,5%
- Outras 14 categoriasR$ 361 mil34,6%
Segundo o Radar do Voto, Carlos Sampaio (PSD) foi eleito deputado federal por São Paulo em 2026, com 91.902 votos, pelo resultado oficial do TSE. Carlos Sampaio (Carlos Henrique Focesi Sampaio) disputou 12 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018, 2014, 2010, 2006 e 2002; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 295.623 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 237,4 milhões empenhados em 203 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 97 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 625 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de outros recursos do partido e R$ 450 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com locação de imóveis (R$ 226 mil), militância e mobilização de rua (R$ 198 mil) e pessoal (R$ 149 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,8 milhões em 2022 (45% com serviços de terceiros) e R$ 2,1 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Henrique Focesi Sampaio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Sampaio declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Campinas (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 625 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de outros recursos do partido e R$ 450 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com locação de imóveis (R$ 226 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 198 mil); R$ 478 mil já foram pagos. Em 2022, 45% dos R$ 2,8 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2018, 43% dos R$ 2,1 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Carlos Sampaio teve R$ 237,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 203 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 97 municípios. Já foram pagos R$ 212,7 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (56%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campinas, Tambaú e Cosmópolis. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 107,8 milhões em 45 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 78,1 milhões em 76 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 51,5 milhões em 82 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 33 milhões | R$ 21,5 milhões | 65% | 14 | 38 |
| 2025 | R$ 37 milhões | R$ 35,4 milhões | 96% | 13 | 54 |
| 2024 | R$ 37,8 milhões | R$ 37,1 milhões | 98% | 18 | 39 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 107,8 milhões | R$ 94 milhões | 87% | 45 | 73 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.