Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mario Investigador (Mario Damiani dos Santos) disputou 1 eleição, em 2020, para prefeito em Ribeirão do Sul/SP, com 135 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Ribeirão do Sul/SP, declarou R$ 2 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 490), serviços advocatícios (R$ 150) e serviços contábeis (R$ 10).
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos
Mario Investigador declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Ribeirão do Sul (SP) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 490) e serviços advocatícios (R$ 150).
Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 70,4%
Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil61,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2020NÃO ELEITO135LRibeirão do Sul, São Paulo · 51 anos · Branca · Superior completo · Servidor Público Estadual · REPUBLICANOS · nº 10 · ver resultado completo
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.