Luis Amaro Prestes de Oliveira

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Luis Amaro Prestes de Oliveira
6 eleições entre 2008 e 2026 · último partido PL
54 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Cantor e Compositor
redes informadas ao TSE
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Gauchinho de Deus (Luis Amaro Prestes de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2008 e 2018, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RS: 48.791 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por RS pelo PL. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com pessoal (R$ 26 mil), militância e mobilização de rua (R$ 18 mil) e serviços advocatícios (R$ 11 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 53 mil em 2018 (65% com militância e mobilização de rua) e R$ 9 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

9.254 votos em 2018 · 6 eleições · 2026 em disputa

A votação de Luis Amaro Prestes de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 100 mil em receitas · R$ 80 mil em gastos contratados

Gauchinho de Deus declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008 e 2012, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com pessoal (R$ 26 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 18 mil); R$ 80 mil já foram pagos. Em 2018, 65% dos R$ 53 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, R$ 9 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 100 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 80 milcontratados, parcial; R$ 80 mil pagos
Gastos em 2018R$ 53 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 80 mil
pago até agora: R$ 80 mil (100%)
  • PessoalR$ 26 mil32,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil22,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil8,4%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil5,7%
  • Outras 6 categoriasR$ 25 mil31,2%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 62 mil
doações de pessoas
FEFC 65% · partido e outras campanhas 25% · pessoas 3% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 53 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 34 mil64,7%
  • Materiais impressosR$ 11 mil20,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil3,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil2,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 5 mil8,7%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 87% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil21,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil16,9%
  • Serviços de terceirosR$ 4004,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 5 mil57,4%
Ver as 3 campanhas anteriores
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 31% · empresas 32% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil74,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2001,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil23,6%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 51% · empresas 4% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil14,9%
  • Materiais impressosR$ 6 mil11,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 270 lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil74,1%
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 62% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil77,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil23,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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