Casé

Foto de Carlos Jose Ribeiro
Casé
Carlos Jose Ribeiro (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PV
49 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Bancário e Economiário

Casé (Carlos José Ribeiro) disputou 5 eleições entre 2004 e 2016, para vereador, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 11.524 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pindamonhangaba/SP, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 997 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 107 mil em 2014 e R$ 202 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

907 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Carlos Jose Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 15 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos contratados

Casé declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Pindamonhangaba (SP) em 2008 e 2016, prefeito em Pindamonhangaba (SP) em 2012, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 997 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2014, R$ 107 mil em gastos contratados; em 2012, 72% dos R$ 202 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2016R$ 15 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 15 milcontratados
Gastos em 2014R$ 107 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Pindamonhangaba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 9% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil36,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil21,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil21,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil10,2%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 41% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 107 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 33 mil30,9%
  • PessoalR$ 23 mil21,9%
  • Materiais impressosR$ 19 mil17,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil13,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 17 mil16,2%
2012Prefeito, Pindamonhangaba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 251 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 50% · partido 43% · pessoas 4% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 202 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 145 mil71,8%
  • Materiais impressosR$ 18 mil9,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil5,1%
  • Publicidade por telemarketingR$ 6 mil2,7%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 23 mil11,3%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Pindamonhangaba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 36% · pessoas 44% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 14 mil55,9%
  • Materiais impressosR$ 5 mil20,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7002,7%
  • Despesas postaisR$ 4441,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 5 mil18,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892