Pedro Severino de Sousa

Foto de Pedro Severino de Sousa
Pedro Severino de Sousa
3 eleições entre 2010 e 2022 · último partido PSB
66 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Severino de Sousa disputou 3 eleições entre 2010 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PB: 704 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por PB, declarou R$ 5 mil em receitas, de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (71% com serviços de terceiros) e R$ 1 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

68 votos em 2022 · 3 eleições

A votação de Pedro Severino de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 5 mil em receitas

Pedro Severino de Sousa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2010 e 2022, e vereador em João Pessoa (PB) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 5 mil em receitas, de outras campanhas. Em 2016, 71% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2010, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2016 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, João Pessoa (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 53% · partido e outras campanhas 29% · pessoas 18%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil70,6%
  • Materiais impressosR$ 29017,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 21012,4%
2010Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 72% · empresas 15% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17512,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil87,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Pedro Severino de Sousa: candidaturas e votos · Radar do Voto