Juca do Onibus (Juarez Soares Fonseca) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Coração de Jesus/MG e foi eleito com 327 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Coração de Jesus/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 90 de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 900), publicidade por materiais impressos (R$ 364) e combustíveis e lubrificantes (R$ 281).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados
Juca do Onibus declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Coração de Jesus (MG) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 90 de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 900) e publicidade por materiais impressos (R$ 364).
partido e outras campanhas 5% · pessoas 8% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Cessão ou locação de veículosR$ 90045,8%
Materiais impressosR$ 36418,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 28114,3%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 201,0%
Outras 1 categoriainclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 40020,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.