Carlos Alberto da Silva

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Carlos Alberto da Silva
5 eleições entre 1998 e 2026 · último partido PSB
65 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Pastor Carlos Silva (Carlos Alberto da Silva) disputou 4 eleições entre 1998 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por RJ: 168 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RJ pelo PSB. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 6 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 930, 100% com baixa de estimáveis - publicidade por placas, estandartes e faixas.

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Evolução da votação nas eleições

53 votos em 2020 · 5 eleições · 2026 em disputa

A votação de Carlos Alberto da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 6 mil em receitas

Pastor Carlos Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Duque de Caxias (RJ) em 2008, vereador em Belford Roxo (RJ) em 2012 e 2020, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 6 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2012, 100% dos R$ 930 em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - publicidade por placas, estandartes e faixas. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 6 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2012R$ 930contratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Belford Roxo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 581
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Vereador, Belford Roxo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 930
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 930
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 930100,0%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885