Danilo Luiz

Foto de Danilo de Oliveira Luiz
Danilo Luiz
Danilo de Oliveira Luiz (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PODE
47 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Danilo Luiz (Danilo de Oliveira Luiz) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MS: 956 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MS, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com pessoal (R$ 90 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 40). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 6 mil em 2020 (78% com pessoal) e R$ 600 em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

956 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Danilo de Oliveira Luiz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 100 mil em receitas · R$ 90 mil em gastos contratados

Danilo Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014, 2018 e 2022, e vereador em Campo Grande (MS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 90 mil, principalmente com pessoal (R$ 90 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 40). Em 2020, 78% dos R$ 6 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, 100% dos R$ 600 em gastos foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2022R$ 100 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 90 milcontratados
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42014, 2018, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 90 mil
pago: R$ 24 mil (27%)
  • PessoalR$ 90 mil99,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 40menos de 0,1%
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 5 mil78,3%
  • AlimentaçãoR$ 1 mil21,7%
2018Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 73% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 600
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 600100,0%
Ver a campanha anterior
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 10 mil79,5%
  • Materiais impressosR$ 3 mil20,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 200,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892