Silvana Candido

Foto de Silvana Maria de Oliveira
Silvana Candido
Silvana Maria de Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PP
41 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Agricultor
redes informadas ao TSE
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Silvana Candido (Silvana Maria de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2004 e 2020, para vice-prefeita, deputada estadual, prefeita e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Sapopema em 2004. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por PR: 3.503 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por PR, declarou R$ 198 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 66 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 163 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 107 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 22 mil, 58% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

3.503 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Silvana Maria de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 198 mil em receitas · R$ 163 mil em gastos

Silvana Candido declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Sapopema (PR) em 2016, e deputada estadual por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 198 mil em receitas: R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 66 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 163 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 107 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Em 2016, 58% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2018R$ 198 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 163 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 22 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 198 mil
29 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 66% · pessoas 33% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 163 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 107 mil66,1%
  • Materiais impressosR$ 33 mil20,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil6,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil4,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 5 mil3,0%
2016Prefeita, Sapopema (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 45% · pessoas 26% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil58,2%
  • Materiais impressosR$ 4 mil19,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil7,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil6,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 200 doados a outros candidatos e partidosR$ 2 mil8,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892