Jurandir do Amorim

Foto de Jurandir do Amorim
Jurandir do Amorim
3 eleições entre 2012 e 2018 · último partido PRTB
65 anos em 2018 · Masculino · Ensino fundamental completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jurandir do Amorim disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SP: 98 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 1 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2016 e R$ 2 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

98 votos em 2018 (anulados) · 3 eleições

A votação de Jurandir do Amorim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Jurandir do Amorim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Mauá (SP) em 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com pessoal (R$ 1 mil). Em 2016, R$ 7 mil em gastos contratados; em 2012, 50% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2018R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 1 mil100,0%
2016Vereador, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 18% · pessoas 82%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil22,2%
  • Materiais impressosR$ 71410,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 3805,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil61,5%
2012Vereador, Mauá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 48% · pessoas 52%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 84549,9%
  • Materiais impressosR$ 64838,2%
  • Serviços de terceirosR$ 20211,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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