Baiano

Foto de Arisvaldo Batista Santos
Baiano
Arisvaldo Batista Santos (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2018 · último partido MDB
53 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Baiano (Arisvaldo Batista Santos) disputou 4 eleições entre 2004 e 2018, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Santo Amaro em 2004. A maior votação foi em 2004, para vereador em Santo Amaro/BA: 893 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 20 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil), transporte ou deslocamento (R$ 8 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 300, 83% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

319 votos em 2018 (anulados) · 4 eleições

A votação de Arisvaldo Batista Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 20 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Baiano declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santo Amaro (BA) em 2008, e deputado federal por Bahia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 20 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 8 mil). Em 2008, 83% dos R$ 300 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2018R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 300contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 8 mil37,5%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 8 mil37,5%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil19,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil5,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 42 doados a outros candidatos e partidosR$ 500,3%
2008Vereador, Santo Amaro (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 300
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 25083,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 5016,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Arisvaldo Batista Santos (Baiano): candidaturas e votos · Radar do Voto