Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, José Gomes (José Gomes Ferreira Filho) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputado federal e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por DF: 28.528 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por DF, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 538 mil de doações privadas (67 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,1 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 542 mil), militância e mobilização de rua (R$ 245 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 150 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 167 mil, 61% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
28.528 votos em 2022 · 2 eleições
A votação de Jose Gomes Ferreira Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 2,1 milhões em receitas · R$ 2,1 milhões em gastos
José Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2018, e deputado federal por Distrito Federal em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outros recursos do partido e R$ 538 mil de doações privadas (67 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,1 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 542 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 245 mil). Em 2018, 61% dos R$ 167 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 2,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 2,1 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 167 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 16% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 167 mil
pago: R$ 163 mil (98%)
Materiais impressosR$ 103 mil61,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil12,9%
Impulsionamento de conteúdosR$ 21 mil12,5%
PessoalR$ 7 mil4,2%
Outras 5 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil9,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 202228.528não eleitoGDF · 40 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PP · nº 1177 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Distrital · 2018VOTOS ANULADOSCASSADO16.537GDF · 36 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PSB · nº 40111 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.