Roberto Piva

Foto de Roberto Piva
Roberto Piva
2 eleições entre 2008 e 2016 · PMN
59 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Agricultor

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Roberto Piva disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Poços de Caldas/MG: 35 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Poços de Caldas/MG, declarou R$ 313 em receitas: R$ 133 de outras campanhas, R$ 60 de doações privadas e R$ 120 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 413, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 193), publicidade por jornais e revistas (R$ 120) e combustíveis e lubrificantes (R$ 100). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 583, 67% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

35 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Roberto Piva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 313 em receitas · R$ 413 em gastos contratados

Roberto Piva declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Botelhos (MG) em 2008, e vereador em Poços de Caldas (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 313 em receitas: R$ 133 de outras campanhas, R$ 60 de doações privadas e R$ 120 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 413, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 193) e publicidade por jornais e revistas (R$ 120). Em 2008, 67% dos R$ 583 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 313campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 413contratados
Gastos em 2008R$ 583contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Poços de Caldas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 313
doações de pessoas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 19% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 413
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19346,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 12029,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10024,2%
2008Vereador, Botelhos (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 583
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 21% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 583
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39067,0%
  • Serviços de terceirosR$ 386,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 15526,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892