Carlindão

Foto de Carlindo Correia da Silva
Carlindão
Carlindo Correia da Silva (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PPS
64 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlindão (Carlindo Correia da Silva) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Santa Rita de Cássia em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para vereador em Santa Rita de Cássia/BA: 851 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Santa Rita de Cássia/BA, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 490 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 97% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

267 votos em 2016 (anulados) · 5 eleições

A votação de Carlindo Correia da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Carlindão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Santa Rita de Cássia (BA) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 490 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 200). Em 2008, 97% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Santa Rita de Cássia (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 76% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil90,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2009,8%
2008Vereador, Santa Rita de Cássia (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 46% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil96,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 643,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892