Luis Amigo

Foto de Luis Antonio da Silva
Luis Amigo
Luis Antonio da Silva (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
58 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luis Amigo (Luis Antonio da Silva) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Rio Bonito/RJ: 80 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio Bonito/RJ, declarou R$ 883 em receitas: R$ 424 de outras campanhas e R$ 459 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 459, principalmente com serviços contábeis (R$ 250), serviços advocatícios (R$ 150) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 59). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 100, 100% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

34 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Luis Antonio da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 883 em receitas · R$ 459 em gastos

Luis Amigo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio Bonito (RJ) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 883 em receitas: R$ 424 de outras campanhas e R$ 459 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 459, principalmente com serviços contábeis (R$ 250) e serviços advocatícios (R$ 150). Em 2016, 100% dos R$ 100 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 883campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 459campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 100contratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Rio Bonito (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 883
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 48% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 459
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 25054,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 15032,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 5912,8%
2016Vereador, Rio Bonito (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100
doações de pessoas
Fundo Partidário 50% · pessoas 50%
Gasto contratado
R$ 100
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 100100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892