4 eleições entre 2002 e 2018 · último partido PSDB
59 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
Megale (José Megale Filho) disputou 4 eleições entre 2002 e 2018, para vice-governador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PA: 49.265 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PA, declarou R$ 384 mil em receitas: R$ 221 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 8 mil de empresas e R$ 128 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 384 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 87 mil), comícios (R$ 38 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 33 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 190 mil.
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Evolução da votação nas eleições
40.090 votos em 2010 (eleito) · 4 eleições
A votação de José Megale Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 384 mil em receitas · R$ 384 mil em gastos contratados
Megale declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 384 mil em receitas: R$ 221 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 8 mil de empresas e R$ 128 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 384 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 87 mil) e comícios (R$ 38 mil). Em 2006, R$ 190 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 384 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 384 milcontratados
Gastos em 2006R$ 190 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 30% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 190 mil
o TSE não publica o pago deste ano
ComíciosR$ 36 mil19,2%
Publicidade por carros de somR$ 30 mil16,0%
Materiais impressosR$ 22 mil11,5%
Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil6,8%
Outras 10 categoriasinclui R$ 49 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 88 mil46,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2006ELEITO49.265GPA · 47 anos · Superior completo · Deputado · PSDB · nº 45045 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2002ELEITO21.146GPA · 43 anos · Superior completo · Servidor Publico Estadual · PL · nº 22345 · ver resultado completo
Coligação: PT / PCB / PL / PMN / PC do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.