- PessoalR$ 134 mil51,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 81 mil30,8%
- Materiais impressosR$ 13 mil5,1%
- Serviços de terceirosR$ 13 mil4,8%
- Outras 5 categoriasR$ 21 mil8,0%

Prof Algemiro Lima (Algemiro Ferreira Lima Filho) disputou 2 eleições entre 2008 e 2018, para deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AM, declarou R$ 348 mil em receitas: R$ 48 mil de outras campanhas, R$ 290 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 261 mil, principalmente com pessoal (R$ 134 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 81 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil).
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Prof Algemiro Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Amazonas em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 348 mil em receitas: R$ 48 mil de outras campanhas, R$ 290 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 261 mil, principalmente com pessoal (R$ 134 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 81 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.