João Tomé

Foto de João Francisco de Freitas
João Tomé
João Francisco de Freitas (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PP
41 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Motorista de Veículos de Transporte Coletivo de Passageiros
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Tomé (João Francisco de Freitas) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cajuri em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para vereador em Cajuri/MG: 289 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Cajuri/MG, declarou R$ 721 em receitas: R$ 98 do Fundo Partidário, R$ 200 de outras campanhas e R$ 424 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 705, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 378), serviços de terceiros (R$ 200) e publicidade por adesivos (R$ 120). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2012 (42% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 480 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

175 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de João Francisco de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 721 em receitas · R$ 705 em gastos contratados

João Tomé declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cajuri (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 721 em receitas: R$ 98 do Fundo Partidário, R$ 200 de outras campanhas e R$ 424 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 705, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 378) e serviços de terceiros (R$ 200). Em 2012, 42% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2008, 79% dos R$ 480 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 721campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 705contratados
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Cajuri (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 721
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 14% · partido e outras campanhas 28% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 705
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 37853,5%
  • Serviços de terceirosR$ 20028,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 12017,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 81,1%
2012Vereador, Cajuri (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 55% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 52942,4%
  • Materiais impressosR$ 45136,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13010,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 786,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 12 lançados como "diversas a especificar"R$ 624,9%
2008Vereador, Cajuri (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 480
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 480
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 38079,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10020,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892