Jaqueline Fernandes (Jaqueline de Santana Fernandes) disputou 1 eleição, em 2022, para deputada federal por RO, com 839 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputada federal por RO, declarou R$ 309 mil em receitas: R$ 301 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 300 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil), militância e mobilização de rua (R$ 57 mil) e serviços contábeis (R$ 25 mil).
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 309 mil em receitas · R$ 300 mil em gastos
Jaqueline Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Rondônia em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 309 mil em receitas: R$ 301 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 300 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 57 mil).
Receitas em 2022R$ 309 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 300 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 6 categoriasinclui R$ 34 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 52 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 140 mil46,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2022839não eleitoGRO · 37 anos · Preta · Superior incompleto · PSB · nº 4000 · ver resultado completoprestação de contas
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.