João Grandão

Foto de João Batista dos Santos
João Grandão
João Batista dos Santos (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2018 · PT
59 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Grandão (João Batista dos Santos) disputou 8 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2014; deputado federal em 2002 e 1998; vereador de Dourados em 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por MS: 53.901 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MS, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 113 mil, principalmente com pessoal (R$ 32 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 623 mil em 2014 (58% com pessoal) e R$ 652 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

16.020 votos em 2018 (anulados) · 8 eleições

A votação de João Batista dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 127 mil em receitas · R$ 113 mil em gastos

João Grandão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2006 e 2010, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 113 mil, principalmente com pessoal (R$ 32 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil). Em 2014, 58% dos R$ 623 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, 68% dos R$ 652 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 127 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 113 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 623 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 127 mil
doações de pessoas
FEFC 31% · partido e outras campanhas 11% · pessoas 9% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 113 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 32 mil28,7%
  • Materiais impressosR$ 27 mil24,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil13,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 12 mil10,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 26 mil22,6%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 623 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 69% · pessoas 14% · empresas 16% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 623 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 363 mil58,2%
  • Materiais impressosR$ 84 mil13,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 64 mil10,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 56 mil9,1%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 56 mil8,9%
2010Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 654 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 8% · empresas 31%
Gasto contratado
R$ 652 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 442 mil67,7%
  • Materiais impressosR$ 99 mil15,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 68 mil10,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil1,3%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 634 lançados como "diversas a especificar" e R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 35 mil5,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 165 mil
34 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 46% · empresas 6% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 165 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil20,0%
  • PessoalR$ 26 mil15,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil9,6%
  • TelefoneR$ 13 mil8,1%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 816 lançados como "diversas a especificar"R$ 77 mil46,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
João Batista dos Santos (João Grandão): candidaturas e votos · Radar do Voto