- Impulsionamento de conteúdosR$ 28 mil55,2%
- Serviços de terceirosR$ 11 mil22,5%
- PessoalR$ 7 mil14,6%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil4,5%
- Outras 5 categoriasR$ 2 mil3,1%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Douglas Salmazo Poubel disputou 1 eleição, em 2024, para vereador em Curitiba/PR, com 128 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 28 mil), serviços de terceiros (R$ 11 mil) e pessoal (R$ 7 mil).
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Douglas Salmazo Poubel declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Curitiba (PR) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 28 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.