- Materiais impressosR$ 56 mil42,6%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 16 mil12,2%
- Serviços de terceirosR$ 11 mil8,1%
- PessoalR$ 11 mil7,9%
- Outras 8 categoriasR$ 39 mil29,1%
Ricardo Rios (Ricardo Tadeu Ribeiro Pearce) disputou 3 eleições entre 2014 e 2022, para deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2014. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MA: 38.575 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, indicou R$ 16,2 milhões em 20 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 7 municípios; 96% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MA, declarou R$ 141 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 526 de outras campanhas, R$ 45 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 132 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 56 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 91 mil em 2018 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 165 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ricardo Tadeu Ribeiro Pearce em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ricardo Rios declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 141 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 526 de outras campanhas, R$ 45 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 132 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 56 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 16 mil). Em 2018, 50% dos R$ 91 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 165 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, Ricardo Rios indicou R$ 16,2 milhões em 20 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 7 municípios. Até a coleta na fonte, 96% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (FES / Unidade Central) (87%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Codó, Santa Helena e Icatu. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 14,3 milhões em 11 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 2 milhões em 9 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 4 milhões | R$ 4 milhões | 100% | 1 | 1 |
| 2025 | R$ 8 milhões | R$ 8 milhões | 100% | 5 | 2 |
| 2024 | R$ 2,3 milhões | R$ 2,3 milhões | 100% | 5 | 1 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 14,3 milhões | R$ 14,3 milhões | 100% | 11 | 4 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência do Maranhão — Emenda Parlamentar Impositiva Estadual (EPIE), 2023-2026, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Maranhão e a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Maranhão e a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.