Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Saulo Moreira (Saulo Moreira da Silva) disputou 6 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2014 e 2010; vereador de Ariquemes em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RO: 11.097 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RO, declarou R$ 257 mil em receitas: R$ 989 de outras campanhas, R$ 63 mil de doações privadas (56 doadores) e R$ 193 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 193 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 70 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 37 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 290 mil em 2014 e R$ 116 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
10.911 votos em 2018 (anulados) · 6 eleições
A votação de Saulo Moreira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 257 mil em receitas · R$ 193 mil em gastos
Saulo Moreira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Ariquemes (RO) em 2008, e deputado estadual por Rondônia em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 257 mil em receitas: R$ 989 de outras campanhas, R$ 63 mil de doações privadas (56 doadores) e R$ 193 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 193 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 70 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 37 mil). Em 2014, R$ 290 mil em gastos contratados; em 2010, 45% dos R$ 116 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Receitas em 2018R$ 257 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 193 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 290 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 10% · pessoas 30% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 5 mil27,4%
Serviços de terceirosR$ 3 mil16,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil12,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 8004,3%
Outras 5 categoriasR$ 7 mil38,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2018VOTOS ANULADOSCASSADO10.911GRO · 53 anos · Parda · Superior completo · Deputado · MDB · nº 15000 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO976LAriquemes, Rondônia · 35 anos · Ensino médio completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PFL · nº 25678 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.