- Materiais impressosR$ 17964,2%
- Serviços de terceirosR$ 10035,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Miguel Abbud (Miguel Abbud Prado Garcia) disputou 2 eleições entre 2014 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 502 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 279 em receitas: R$ 100 do Fundo Partidário e R$ 179 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 279, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 179) e serviços de terceiros (R$ 100). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 41% com serviços de terceiros.
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A votação de Miguel Abbud Prado Garcia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Miguel Abbud declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2014, e vereador em São Paulo (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 279 em receitas: R$ 100 do Fundo Partidário e R$ 179 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 279, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 179) e serviços de terceiros (R$ 100). Em 2014, 41% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.