- Materiais impressosR$ 282 mil26,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 208 mil19,7%
- Serviços de terceirosR$ 45 mil4,3%
- Locação de imóveisR$ 35 mil3,3%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 440 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 487 mil46,1%
Segundo o Radar do Voto, Gilberto Nascimento (PODE) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 43.977 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gilberto Nascimento (Gilberto Nascimento Silva) disputou 8 eleições entre 1998 e 2026, para deputado federal, 2º suplente senador e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2022, 2018, 2014 e 2002; 2º suplente senador em 2010; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por SP: 240.664 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 247,8 milhões empenhados em 176 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 178 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 175 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 282 mil), militância e mobilização de rua (R$ 208 mil) e serviços de terceiros (R$ 45 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,4 milhão em 2022 (52% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1,4 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gilberto Nascimento Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gilberto Nascimento declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 175 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 282 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 208 mil); R$ 967 mil já foram pagos. Em 2022, 52% dos R$ 1,4 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 1,4 milhão em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Gilberto Nascimento teve R$ 247,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 176 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 178 municípios. Já foram pagos R$ 220,2 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (58%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Paulo, Piracicaba e Osasco. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 114 milhões em 55 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 81,2 milhões em 54 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 52,7 milhões em 67 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 38,5 milhões | R$ 18,5 milhões | 48% | 14 | 50 |
| 2025 | R$ 36,9 milhões | R$ 36,8 milhões | 99% | 20 | 36 |
| 2024 | R$ 37,5 milhões | R$ 37,5 milhões | 100% | 19 | 32 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 112,9 milhões | R$ 92,9 milhões | 82% | 53 | 90 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.