Celso Rodrigues Celsinho

Foto de Luiz Celso Rodrigues
Celso Rodrigues Celsinho
Luiz Celso Rodrigues (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PSL
59 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Celso Rodrigues Celsinho (Luiz Celso Rodrigues) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RJ: 658 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por RJ, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 326 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 326, principalmente com serviços de terceiros (R$ 326). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 57% com serviços próprios prestados por terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

24 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Luiz Celso Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 13 mil em receitas · R$ 326 em gastos

Celso Rodrigues Celsinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 326 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 326, principalmente com serviços de terceiros (R$ 326). Em 2016, 57% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com serviços próprios prestados por terceiros.

Gastos em 2018R$ 326campanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 55% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 12% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 326
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 326100,0%
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas 33% · pessoas 54%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4 mil56,8%
  • Materiais impressosR$ 1 mil20,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 85012,3%
  • Serviços de terceirosR$ 6819,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892