Ti Garcia do Taxi

Foto de Almir Aparecido Pereira Garcia
Ti Garcia do Taxi
Almir Aparecido Pereira Garcia (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSDB
56 anos em 2020 · Masculino · Lê e escreve
Taxista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ti Garcia do Taxi (Almir Aparecido Pereira Garcia) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Palmital/SP: 67 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Palmital/SP, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 900, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 600) e serviços contábeis (R$ 300). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 220 em 2016 (68% com serviços de terceiros) e R$ 30 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

44 votos em 2020 (anulados) · 4 eleições

A votação de Almir Aparecido Pereira Garcia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 900 em gastos

Ti Garcia do Taxi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Palmital (SP) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 900, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 600) e serviços contábeis (R$ 300). Em 2016, 68% dos R$ 220 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 100% dos R$ 30 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 900campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 220contratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2020Vereador, Palmital (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 900
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 60066,7%
  • Serviços contábeisR$ 30033,3%
2016Vereador, Palmital (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 220
doações de pessoas
partido e outras campanhas 32% · pessoas 68%
Gasto contratado
R$ 220
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 15068,2%
  • Materiais impressosR$ 7031,8%
2012Vereador, Palmital (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 30
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892