Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcio Vieira (Márcio Vieira Oliveira) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RR: 214 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Boa Vista/RR, declarou R$ 45 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), militância e mobilização de rua (R$ 7 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 15 mil, 62% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
111 votos em 2020 · 2 eleições
A votação de Marcio Vieira Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 45 mil em receitas · R$ 45 mil em gastos
Marcio Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Roraima em 2018, e vereador em Boa Vista (RR) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 45 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 7 mil). Em 2018, 62% dos R$ 15 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 45 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 45 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 52% · pessoas 47% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
Materiais impressosR$ 10 mil61,9%
Serviços de terceirosR$ 3 mil16,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil14,9%
Militância e mobilização de ruaR$ 9546,2%
Outras 2 categoriasinclui R$ 81 lançados como "diversas a especificar"R$ 940,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE111LBoa Vista, Roraima · 44 anos · Parda · Superior completo · Economista · PSD · nº 55156 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018VOTOS ANULADOSINDEFERIDO214GRR · 42 anos · Parda · Superior completo · Economista · PMB · nº 35156 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.