Marcio Santos

Foto de Marcio Augusto Lisboa dos Santos
Marcio Santos
Marcio Augusto Lisboa dos Santos (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PHS
54 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Servidor Público Federal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcio Santos (Marcio Augusto Lisboa dos Santos) disputou 10 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereador em Belém/PA: 2.043 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Anajás/PA, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 800). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 800 em 2014 (75% com serviços de terceiros) e R$ 105 em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

52 votos em 2016 · 10 eleições

A votação de Marcio Augusto Lisboa dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Marcio Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006 e 2014, e vereador em Anajás (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2014, 75% dos R$ 800 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2006, R$ 105 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2014R$ 800contratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Anajás (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 48% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil29,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil23,7%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 80015,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2003,8%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil27,4%
2014Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 800
doações de pessoas
partido 25% · pessoas 75%
Gasto contratado
R$ 800
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 60075,0%
  • Materiais impressosR$ 20025,0%
2006Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 105
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 105100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892