Erivaldo Guedes Amaral

Foto de Erivaldo Guedes Amaral
Erivaldo Guedes Amaral
4 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSDB
60 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Prefeito
redes informadas ao TSE
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Gordo Amaral (Erivaldo Guedes Amaral) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Riachão do Bacamarte em 2016 e 2004; vice-prefeito de Riachão do Bacamarte em 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Riachão do Bacamarte/PB: 1.955 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Riachão do Bacamarte/PB, declarou R$ 93 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 92 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil), serviços contábeis (R$ 19 mil) e serviços advocatícios (R$ 15 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 25 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.746 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Erivaldo Guedes Amaral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 93 mil em receitas · R$ 92 mil em gastos

Gordo Amaral declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Riachão do Bacamarte (PB) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 93 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 92 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 19 mil). Em 2016, R$ 25 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 93 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 92 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 25 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Riachão do Bacamarte (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 93 mil
doações de pessoas
FEFC 75% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 12% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 92 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 20 mil21,8%
  • Serviços contábeisR$ 19 mil20,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil16,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 14 mil15,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 23 mil25,4%
2016Prefeito, Riachão do Bacamarte (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil24,0%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil20,3%
  • ComíciosR$ 3 mil12,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil11,0%
  • Outras 9 categoriasR$ 8 mil32,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892