Antônio Cláudio

Foto de Antônio Cláudio Miguel
Antônio Cláudio
Antônio Cláudio Miguel (nome civil)
10 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PTB
64 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antônio Cláudio (Antônio Cláudio Miguel) disputou 10 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Salto em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 3.773 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Salto/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 17 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

97 votos em 2020 · 10 eleições

A votação de Antônio Cláudio Miguel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas

Antônio Cláudio declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, vereador em Salto (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 500 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Em 2016, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 75% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas7de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Salto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 28% · próprios 72%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Salto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 31% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 7% · partido e outras campanhas 87% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil75,3%
  • Materiais impressosR$ 1 mil8,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil8,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil7,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 290,2%
Ver as 4 campanhas anteriores
2012Vereador, Salto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 52% · pessoas 19% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 80865,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 43535,0%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 58% · pessoas 4% · empresas 21% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil53,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5804,9%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1000,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 190,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil40,9%
2008Vereador, Salto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 986
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 986
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 89891,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 888,9%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · empresas 64% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil23,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2804,3%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 220,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 5 mil72,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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