- Serviços de terceirosR$ 2 mil99,5%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 110,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Doutor Pedro Roesler (Pedro Nelson Roesler) disputou 6 eleições entre 2002 e 2022, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 553 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por PR, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 11). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 744 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 17 mil em 2010.
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A votação de Pedro Nelson Roesler em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Doutor Pedro Roesler declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, vereador em São Bernardo do Campo (SP) em 2012, e deputado federal por Paraná em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 11). Em 2012, 100% dos R$ 744 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 17 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.