Tia Sú

Foto de Monica Suely Silva da Cruz
Tia Sú
Monica Suely Silva da Cruz (nome civil)
6 eleições entre 2006 e 2022 · último partido AGIR
63 anos em 2022 · Feminino · Ensino fundamental incompleto
Assistente Social

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tia Sú (Mônica Suely Silva da Cruz) disputou 6 eleições entre 2006 e 2022, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por BA: 295 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por BA, declarou R$ 300 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 300). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2020 (98% com publicidade por materiais impressos) e R$ 934 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

236 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Monica Suely Silva da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 300 em receitas · R$ 300 em gastos

Tia Sú declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Salvador (BA) em 2008 e 2020, e deputada estadual por Bahia em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 300 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 300). Em 2020, 98% dos R$ 2 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 56% dos R$ 934 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2022R$ 300campanha encerrada
Gastos em 2022R$ 300campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32008, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputada estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 300
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 300100,0%
2020Vereadora, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 4% · Fundo Partidário 96%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil98,4%
  • Encargos sociaisR$ 301,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 0menos de 0,1%
2008Vereadora, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 950
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 934
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 52556,2%
  • Locação de imóveisR$ 40042,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 91,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892