Matilde

Foto de Matilde Dionizio
Matilde
Matilde Dionizio (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2012 · último partido PRP
68 anos em 2012 · Feminino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Matilde (Matilde Dionízio) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por SP: 203 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2012 para vereadora em São Paulo/SP, declarou R$ 2 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 150). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2010 e R$ 16 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

198 votos em 2012 · 3 eleições

A votação de Matilde Dionizio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Matilde declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em São Paulo (SP) em 2008 e 2012, e deputada estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 150). Em 2010, R$ 4 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados
Gastos em 2010R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2012Vereadora, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil91,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1508,2%
2010Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil100,0%
2008Vereadora, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Transporte ou deslocamentoR$ 1 mil9,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 14 mil91,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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