- Publicidade por jornais e revistasR$ 38657,8%
- PessoalR$ 16023,9%
- Serviços de terceirosR$ 10816,2%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 142,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos do Comércio (Carlos Antônio Pereira de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Ilhéus/BA: 112 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Camamu/BA, declarou R$ 868 em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 668 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 668, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 386), pessoal (R$ 160) e serviços de terceiros (R$ 108). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 73% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Antônio Pereira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos do Comércio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ilhéus (BA) em 2012, e vereador em Camamu (BA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 868 em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 668 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 668, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 386) e pessoal (R$ 160). Em 2012, 73% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.