Carlos do Comércio

Foto de Carlos Antônio Pereira de Oliveira
Carlos do Comércio
Carlos Antônio Pereira de Oliveira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2020 · PC do B
51 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos do Comércio (Carlos Antônio Pereira de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Ilhéus/BA: 112 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Camamu/BA, declarou R$ 868 em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 668 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 668, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 386), pessoal (R$ 160) e serviços de terceiros (R$ 108). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 73% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

15 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Carlos Antônio Pereira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 868 em receitas · R$ 668 em gastos

Carlos do Comércio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ilhéus (BA) em 2012, e vereador em Camamu (BA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 868 em receitas: R$ 200 de doações privadas e R$ 668 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 668, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 386) e pessoal (R$ 160). Em 2012, 73% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 868campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 668campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Camamu (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 868
doações de pessoas
pessoas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 668
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 38657,8%
  • PessoalR$ 16023,9%
  • Serviços de terceirosR$ 10816,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 142,1%
2012Vereador, Ilhéus (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil72,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 26016,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 18011,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892