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Paschoal

Foto de Aparecido Paschoal
Paschoal
Aparecido Paschoal (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2026 · último partido MDB
68 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Economista
Candidato a Deputado Federal · São Paulo · Eleições 2026 · MDB · nº 1523
redes informadas ao TSE

Paschoal (MDB) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 2.405 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paschoal (Aparecido Paschoal) disputou 7 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Hortolândia em 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SP: 17.780 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 232 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 112 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 178 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 139 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e serviços advocatícios (R$ 12 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2012 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 61 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.405 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Aparecido Paschoal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 232 mil em receitas · R$ 178 mil em gastos contratados

Paschoal declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2026, vereador em Hortolândia (SP) em 2008, e prefeito em Hortolândia (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 232 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 112 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 178 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 139 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil); R$ 161 mil já foram pagos. Em 2012, 46% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 61 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 232 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 178 milcontratados, parcial; R$ 161 mil pagos
Gastos em 2012R$ 22 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2012 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 232 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 2% · Fundo Partidário 43% · pessoas 7% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 178 mil
pago até agora: R$ 161 mil (91%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 139 mil78,3%
  • Materiais impressosR$ 12 mil6,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 12 mil6,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 9 mil5,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil3,0%
2012Prefeito, Hortolândia (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
20 doadores pessoas físicas
pessoas 58% · empresas 23% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil45,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil42,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil9,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7003,3%
2008Vereador, Hortolândia (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 50% · empresas 9% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 61 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 16 mil25,8%
  • Materiais impressosR$ 11 mil17,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil4,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil2,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 31 mil50,8%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
17 doadores pessoas físicas
pessoas 81% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 11 mil26,2%
  • Materiais impressosR$ 5 mil11,5%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 3 mil6,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil5,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 21 mil50,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.